Resenha: O Pequeno Príncipe

A história começa quando o personagem principal fala sobre um desenho que ele fez quando tinha 6 anos de idade e que tratava de uma jiboia que engoliu um elefante, mas todos os adultos acharam que o garoto havia desenhado um chapéu. O personagem principal renunciou ao 6 anos de idade a carreira de ser pintor, e se tornou piloto. E voando, teve uma pane no seu avião no "Deserto do Saara". Tentando consertar seu avião, adormece... E é acordado por um menino que o autor define que tem "cabelos de ouro" e que lhe pede para desenhar um carneiro.
Conforme a história passa o personagem descobre que o menino vive no asteroide B 612, e que só tem uma rosa que fala com ele, e que tem três vulcões (um deles está extinto), e que o principezinho assiste quarenta e três pôr-do-sol para se divertir ou quando está triste.
O autor conta um pouco da história dele, a história de como o principezinho havia chegado ao Deserto do Saara, fala de como são as crianças e de como são as pessoas grandes; e envolve o leitor em mais um mistério no capítulo XXVII: que fala que o carneiro que desenhou para o principezinho poderia comer a sua flor.
Resenha:
O Pequeno Príncipe é um livro
infantil escrito por Antoine de Saint-Exupéry e conta a história de um aviador,
que certo dia, perdido em um deserto, após a queda de seu avião, encontra uma
criança inocente e encantadora. O livro foi escrito por um francês e publicado
nos E.U.A. em 1943 durante a Segunda Guerra Mundial.
A obra é narrada pelo aviador e
seu conteúdo é bastante simples, porém não pense que simplicidade significa
falta de qualidade. O Pequeno Príncipe é um livro simples, sem clímax
gigantesco ou monumental, mas é arrebatador e cativa o leitor, logo na primeira
página. Os personagens, por mais que simples como a narrativa, são profundos e
trazem uma bagagem reflexiva muito grande. Por mais que infantil, a história
encantará mais o público adulto que a compreenderá melhor e perceberá as
críticas feitas, pelo autor, à sociedade.
Imaginar, com o livro, é fácil e
as imagens anexadas, feitas pelo próprio autor em aquarela, são lindas e tornam
a leitura prazerosa e fantástica. A edição, lida para esta resenha, foi
composta pela Editora Escala, que trás um papel ótimo e uma boa edição do
texto, porém as imagens fora de ordem tiram, às vezes, o encanto da leitura e
prejudicam o livro. Não é uma crítica com a qualidade da impressão, das imagens
ou da edição em geral, mas se a editora tivesse posto todas as mesmas em sua
devida ordem a leitura teria sido muito melhor.
O pequenino e simples livro é uma leitura
rápida, fácil e prazerosa. Ele é essencial e obrigatória para todas as pessoas.
Esse lindo clássico será muito melhor interpretado, por aquele que lê-la depois
de adulto, pois a sensibilidade do autor Antoine tocará muito mais fácil o
coração. O livro ganha a nota 10,0 e é indicado a todo aquele que é amante de
uma linda leitura.
Pontuação:
★★★★★
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