A beleza divina


Desde a antiguidade a sociedade sofre por padrões de beleza e nós estamos, cada vez mais, sujeitos a “ditadura da moda”

A procura pela “perfeição semidivina” leva pessoas a loucura há séculos. Desde o Egito Antigo, onde há relatos do uso de maquiagens ou na Grécia, em que, as esculturas masculinas são relatadas com muito cuidado, pois os gregos acreditavam que a perfeição estava no homem.
Com o tempo, os padrões, das civilizações foram se modificando. Os “deuses gregos” deram, cada vez mais, espaço para as mulheres e suas curvas que eram bastante sinuosas. Essa mulher era – muitas vezes – rica e suas curvas eram devido à riqueza de alimentos.
Atualmente, se nós formos parar para analisar, a aparência perfeita é ditada pela indústria cultural, que diz às pessoas o que é feio e o que é belo. Os astros viraram manequins humanos e nós acabamos nos espelhando neles. Os jovens são – na maioria das vezes – os mais influenciados,  por exemplo, as garotas mudam o corte e a cor do cabelo para espelhar-se em uma cantora e os rapazes que fazem o mesmo pelo seu jogador de futebol favorito.
Creio que a procura pela perfeição deva ser feita com bastante cautela. As pessoas morrem devido ao uso de determinado produto ou cirurgia. Exemplo é o da modelo Andressa Urach, que quase perdeu as pernas devido ao uso do hidrogel. A “beleza” pode sim ser buscada, se a mesma lhe faz bem. Contudo, acredito que comprometer a saúde, pois não nos encaixamos no que uma marca diz ser o belo não é bom e ser natural pode lhe fazer mais belo do que ser artificial.     

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