Do Que Vale Amar?
Capítulo Treze: Decisões
Marcela
estava no quarto com Vincenzo. Ele a beijava no pescoço, dizia palavras em seu ouvido, enquanto passava a mão pela barriga dela e ia descendo. Contudo, Marcela
não se sentia bem com a situação, ela não se sentia pronta para o passo que
estava dando. Então virou-se de frente a ele, envolveu seus braços no pescoço
dele e o olhou nos olhos.
- Tudo bem, gatinha? - ele
perguntou a puxando para junto de seu corpo.
- Estou, mas...
- Mas?
- Mô, eu não me sinto pronta para
fazer isto agora. Desculpe! - ela disse olhando para o chão.
Vincenzo riu.
- Do que você está rindo? - ela
perguntou irritada.
- De você me pedindo desculpas. -
ele respondeu ainda rindo e ela o olhou ainda mais irritada. - Eu não me importo
com isso, não quero te forçar a nada. Eu te amo minha princesa e posso esperar
o tempo que for preciso.
Marcela sorriu.
- Quando você estiver pronta nós
conversamos. - ele disse e beijou a testa dela.
- Já volto. - ela falou se
soltando dos braços dele.
- Aonde você vai?
- Buscar uma roupa para você
vestir.
- Eu já estou vestido. - ele disse
olhando para o próprio corpo.
- Vai dormir assim? - ela
perguntou apontando para a roupa dele.
- Não, eu vou dormir de cueca.
Marcela riu. - Só se você quiser
que meu pai venha aqui à noite e castre você.
- É só trancar a porta. - Vincenzo falou fingindo inocência.
- Quer matá-lo? Se trancarmos a
porta ele tem um ataque cardíaco ou é capaz de arrombá-la.
Vincenzo riu.
- Agora fique aí que eu vou buscar
sua roupa. - Marcela falou e depois lhe deu um selinho.
Marcela saiu do quarto rindo, foi
ao banheiro e lavou o rosto. Depois desceu, foi até a cozinha e bebeu um copo
d’água. Após beber água foi até o quarto dos pais. O pai de Marcela já dormia
quando ela entrou no quarto e a mãe dela via televisão. Marcela pegou uma muda de
roupa e uma tolha e levou para o seu quarto. Voltou para o quarto e entregou
tudo para Vincenzo, ele deu um selinho nela e foi para o banheiro. Vincenzo
tomou banho e voltou para o quarto ainda enrolado na toalha. Quando ele entrou
de toalha Marcela se assustou.
- Vince! - Marcela disse
assustada e incrédula.
- Presente! - ele respondeu rindo.
- Você está de toalha.
- Eu sei. - ele disse rindo.
- Vai trocar de roupa na minha
frente?
- E se eu trocar, qual o problema? Nós somos namorados!
Marcela iria responder algo, mas
se calou. Vincenzo então começou a dançar e soltar a toalha, mas Marcela tampou
os olhos para não vê-lo nu. Ele jogou a toalha no chão, foi até ela e retirou as mãos dela do rosto.
- Estou de cueca, bobinha. - ele
disse rindo.
- Besta! - Marcela falou e depois pegou o
travesseiro e bateu nele.
Vincenzo se jogou por cima dela. -
Mas bem que você queria que eu estivesse sem, né? - ele disse mordendo o lábio.
- Não... Claro... Claro que não. -
ela disse gaguejando.
Vincenzo levantou-se da cama, colocou
a mão esquerda na parte esquerda da cueca e começou a puxar para baixo,
enquanto mordia o lábio e olhava para Marcela. - Tem certeza?
Marcela olhou para ele de cima a
baixo e congelou. Quando Vincenzo ia então tirar toda cueca. - Tenho! - ela
gritou ofegante. - Fique de cueca. - ela disse mais calma.
Vincenzo então subiu o pedaço da
cueca que ele havia abaixado depois se jogou na cama e ficou olhando para
Marcela. Ela se levantou, foi até o armário, pegou uma muda de roupa e foi para
o banho. Marcela tomou seu banho um banho bem quente, vestiu sua roupa e voltou
para o quarto. Quando voltou para o quarto viu que Vincenzo já havia colocado o
short que ela tinha dado a ele. Ela fechou a porta, mas não trancou. Foi até o
ar-condicionado e o ligou.
- Não vai por uma blusa?
- Não, eu tenho você para me
aquecer a noite todinha.
Marcela riu, deitou-se na cama ao
lado dele e colocou a cabeça no peito dele. Vincenzo a puxou para mais perto e a beijou na testa. - Eu te amo. - ele disse abraçando-a.
- Eu também te amo. - ela falou acariciando a barriga dele.
Vincenzo ficou fazendo carinho
nela até que dormisse. Quando ela dormiu virou para o lado e Vincenzo a abraçou
e assim eles passaram a noite inteira. De amanhã a mãe de Marcela foi até o
quarto, viu que os dois dormiam agarrados e os deixou dormir por mais tempo.
Para ela, eles eram um casal perfeito e ver a filha feliz era muito bom.
■■■
Enquanto Vincenzo e Marcela
dormiam, Laryssa tomava café com a mãe. A sala de jantar estava um silêncio
total. As duas não trocavam palavras e nem olhares. Após o café Laryssa subiu
para o quarto, viu televisão, leu algumas páginas de um romance que havia comprado
há tempo e nunca tinha nem o aberto, depois se jogou na cama e ficou pensando
em tudo que ela tinha passado. Ela ficou deitada na cama até que ouviu a
campainha tocar, levantou e foi ver quem era na porta. Quando viu que era
Leandro, correu para abraça-lo.
- Leo! - ela disse o abraçando.
- Leo? - ele perguntou rindo. -
Pensei que a senhorita tinha me dito que nunca me chamaria assim e até fez os
outros pararem de me chamar assim.
Laryssa riu. - É mesmo. Seu nome é
leh.
- Mas eu prefiro Leo.
- Você não tem que preferir nada.
Quem manda sou eu.
- Abusada!
Laryssa riu. - Vem entra. - ela
disse puxando-o para dentro do apartamento.
Os dois subiram para o quarto de
Laryssa e passaram a manhã lá, conversaram, jogaram jogos de tabuleiro e
cartas, assistiram filmes, depois deitaram na cama e ficaram olhando para o
teto.
- No que você está pensando? -
Leandro perguntou.
- Em como vou criar essa criança.
- O que o mala do Erick falou?
- Ele me mandou abortar.
- E o que você respondeu?
- Que não ia fazer isso, aí ele me
mandou ir então procurar o verdadeiro pai da criança, porque eu era uma
vagabunda e o filho deveria ser seu ou do Vince.
- Ele disse isso?
- Sim. - Laryssa respondeu
chorando.
- Então diga a ele que eu assumo o
filho.
- O quê?! - Laryssa perguntou confusa.
- Diga a ele que eu vou assumir
essa criança, diga a ele que ela não vai precisar de nada dele, vou dar de tudo
a ela e vou ser o melhor pai do mundo. Porque eu amo você. - Leandro a
respondeu e a beijou.
- Leo! - Laryssa disse assustada, seus olhos estavam arregalados e sua respiração ofegante.
- Eu te amo Laryssa e se aquele
imbecil não quer criar seu filho, eu quero. - ele falou sentado na cama e olhando nos olhos.
- Leo eu não... Eu não... Eu não
posso deixar você arcar com as consequências de algo que você não fez.
- Laryssa...
- Não Leandro! Essa criança é
responsabilidade minha e eu tenho que arcar com as minha responsabilidade
sozinha.
Leandro sorriu. - Tudo bem. Mas
pense no que eu estou te falando. Eu cuido de você e desse bebê.
- Tudo bem, eu vou pensar. - ela respondeu com um sorriso.
Leandro beijou
a testa de Laryssa e foi embora.
●●●
O final de semana passou e a
segunda-feira amanhecia para a alegria de todos. Lá pelas sete da manhã a
maioria deles já se encontrava no portão da escola para começar outro dia
letivo. A única que não havia chegado ainda era Marcela que tinha acordado um
pouco mais tarde.
Enquanto ela ainda saia de casa
com o pai, Laryssa e Vincenzo conversavam no portão da escola sobre a incrível
festa de Marcela. Vincenzo não contou a Laryssa que havia passado a noite com
Marcela. Para ele isso era falta de caráter. O que acontecia entre ele e
Marcela pertencia somente a ele e ela. Erick viu os dois conversando e
aproveitou a situação para desprezar a Laryssa.
- Olha a vadia conversando com o
namoradinho. Mas esse é qual o, 3°, 7°, 30°? - Erick perguntou aos amigos que estavam
envolta dele.
- Se essa é a quantidade de
namorados que tenho também é a de chifres que você tem né amorzinho? - Laryssa respondeu com o tom mais sarcástico que conseguia.
- Como é?
- O único namorado que tive foi
você, mas se você acha que eu tive algo com o Vincenzo significa que você é um
corno. - Laryssa sorriu para ele.
- Vou te mostrar o corno. - disse
Erick armando um soco para dar nela, quando Leandro chegou e segurou a mão
dele.
- Nem ouse. - Leandro falou segurando a mão de Erick. Leandro começou a girar o braço dele, fazendo-o
sentir dor, depois que então Erick começou a fazer expressões de dor, Leandro o
socou e soltou a mão dele. - Que tal
bater em mim covarde? - Leandro disse e quando Erick tentou levantar do chão,
Leandro voltou a derruba-lo com outro soco, sentou-se em sua barriga e voltou a
soca-lo. - Em covarde bate em mim? - dizia Leandro enquanto o socava. - Gosta
de chama-la de vadia, de vagabunda né?
- Mas é o que ela é uma vadia e
você é um merda! - Erick falou com raiva e depois cuspiu.
- Vou te mostrar o merda. - disse
Leandro voltando a soca-lo.
Enquanto Leandro batia em Erick,
Laryssa olhava horrorizada, outros garotos tentava separá-los, já Vincenzo
alegrava-se e divertia-se com a situação até que Marcela chegou.
- O que está acontecendo? -
Marcela o perguntou.
- Leandro está fazendo o que todos
queriam fazer. - Vincenzo a respondeu.
- Vince, vá separá-los.
- Ah, por quê? Qual o problema de
deixa-los ali?
- Eles vão se matar.
- Ainda não vi o problema.
- Vincenzo! - Marcela gritou
furiosa
Vincenzo revirou os olhos por um
estante e contra sua vontade os separou. Vincenzo foi até os dois e empurrou
Leandro fazendo-o cair no não, depois foi até ele e o segurou. Contudo, Leandro
estava eufórico e estava difícil de segura-lo.
- Leandro, acalme-se. - Laryssa falou segurando o rosto dele.
- Me soltem quero mata-lo. - Leandro falou, ele estava sendo segurado pelo Vincenzo.
- Leh, por favor, pare! - Marcela falou, mas Leandro continuava tentando até que Marcela o esbofeteou. - Chega!
- ela gritou e Vincenzo a olhou assustado. - O que foi? - ela perguntou irritada.
- Nada! - Vincenzo respondeu ainda assustado.
- Vamos tira-lo daqui. - Laryssa falou olhando para Leandro.
Os quatro então saíram dali
deixando Erick estirado no chão bem machucado. Eles foram até a lanchonete que havia próxima à escola e deram para Leandro um suco bem forte de Maracujá.
- Beba! - Vincenzo falou entregando o suco a ele. Depois deu uma lata de refrigerante para Marcela e
outra para Laryssa. Leandro deu um gole no suco e o colocou na mesa.
- Agora me explique o que
aconteceu? - Marcela o perguntou.
- Eu já disse mô, ele fez o que
todo o mundo quer fazer. - Vincenzo a respondeu levando as mãos para o alto. - Ou vai dizer que é mentira e ninguém tem vontade de bater nele?
Marcela riu. - É serio o que
aconteceu?
- Ele tentou bater na lally, então,
eu quebrei o focinho dele. - Leandro a respondeu.
- Leh, você é louco e se ele te
denunciar?
- Cela, ele não vai fazer isso eu
tenho certeza.
- Tudo bem então, mas agora vamos
todos embora.
Leandro terminou de beber o suco e
pegou seu caminho para casa. Vincenzo acompanhou as meninas até o portão do
prédio, despediu-se delas, beijou Marcela e foi para casa. Elas entraram no
prédio e foram para a casa de Laryssa, quando chegaram ao apartamento, deixaram
as mochilas pelo o chão e se jogaram na cama.
- Que horas o Vince foi embora na
sexta-feira, por que eu fiquei ainda um tempo com o Leandro na portaria e não o
vi passar?
- Você não o viu passar porque ele não foi embora na
sexta-feira. - Marcela a respondeu e sorriu.
- Ele dormiu aí?
Marcela sorriu.
Laryssa sentou-se na cama e ficou
a olhando de boca aberta. - Cela, vocês dois?
- Não! - Marcela respondeu
nervosa com o rosto vermelho.
- Mas ele não dormiu com você?
- Sim, nós dormimos juntos, mas
não transamos.
- Por quê?
- Ah, eu tenho medo.
- Medo?
- É! Eu tenho medo de me entregar
e ele me descartar. Eu confio nele, mas mesmo assim eu não consigo.
Laryssa riu. - Cela, o Vincenzo
nunca faria isso com você, ele te ama, te ama de verdade.
- Eu percebi isso, quando eu me
neguei e ele aceitou.
- Viu! Não precisa você ter medo
dele, ele não é o Erick que me usou e depois jogou fora.
- Lally...
- Está tudo bem, mas cela não
tenha medo de se entregar ao amor.
Marcela sorriu e as duas se
abraçaram. Depois de algumas horas de conversa Marcela subiu para sua casa, almoçou e pegou um livro para ler.
●●●
A semana passou e logo a
sexta-feira chegou, mas não era uma sexta-feira qualquer. Eles estavam fazendo
1 mês de namoro e iria ter um jantar especial na casa de Vincenzo para
comemorar. Marcela estava nervosa, havia passado o dia no shopping procurando um
presente para Vincenzo e depois de tanto procurar comprou para ele um perfume
que tinha uma fragrância que ela adorava. Depois já em casa ela começou a se
arrumar 2 horas antes, arrumou-se e foi para a casa de Vincenzo.
A mãe de Vincenzo chama-se Ana.
Ana era uma mulher alta e elegante, tinha cabelos negros e compridos, olhos
castanhos e pele parda. A irmã de Vincenzo chama-se Stephany. Ela parecia muito
com a mãe, tinha cabelos pretos, porém não longos, eles eram na altura dos
ombros e tinham algumas ondulações. Os olhos eram castanhos e pele também era
parda. Marcela já conhecia a família de Vincenzo exceto o pai porque todas as
vezes que Marcela foi na casa de Vincenzo até aquele momento o pai dele sempre
estava trabalhando. A mãe de Vincenzo dizia que a nora era encantadora, linda e
muito simpática. Quando chegou à casa de Vincenzo, Marcela foi recebida pele
mãe dele e a irmã que abriram a porta.
- Oi querida entra. - Disse Ana.
- Olá! - disse Marcela entrando na
casa.
- Senta aqui Marcela que o Vince
foi buscar nossos tios. - disse Stephany.
Marcela sentou-se ao lado de
Stephany e ficou conversando com ela e com o namorado. Alguns minutos depois
Vincenzo chegou com uma bebezinha no colo. Ele a entregou para a mãe e foi
falar com a Marcela. Ele a beijou e a levantou.
- Te amo, te amo, te amo. - ele
dizia enquanto a girava no ar.
Marcela ria. - Eu te amo muito
mais. - depois que ele parou de gira-la, ela foi até o sofá e pegou a bolsa que
tinha trago junto com ela. - Espero que goste. - ela disse entregando a ele.
Ele abriu a sacola e encontrou uma
caixa com um perfume, abriu a caixa e espirrou o perfume no braço para sentir o
cheiro do perfume.
- Eu adorei! - ele a respondeu. -
Espere aqui tenho algo para você. - Vince disse a ele. Foi até o quarto deixou
o perfume no armário juntos com os outros e pegou uma caixinha de joias. Ele
voltou para a sala e entregou para ela. Dentro da caixinha havia um colar de
ouro com um pingente. O pingente era um casal se beijando era um pingente muito
fofo. Ela sorriu quando abriu a caixa e viu o que era.
- Põem em mim? - ela perguntou.
- Claro. - Vincenzo respondeu e
então colocou o colar no pescoço de Marcela.
Vincenzo apresentou Marcela
aos tios, após o jantar os dois saíram para um passeio.
■■■
Enquanto Vincenzo e Marcela ainda
jantavam, Erick esperava junto com um grupo de amigos Leandro sair de casa.
Leandro e Vincenzo moravam próximos um do outro. Erick ficou em um beco próximo
a casa de Leandro o esperando passar e logo que ele passou mandou seus amigos o
segura-lo e traze-lo para o beco. Quando os amigos de Erick entraram no beco
junto com Leandro. Erick falou para os amigos segura-lo e começou a bater nele.
Erick enchia Leandro de socos no rosto e na barriga.
- Quem é o merda agora? - Erick perguntou.
- Você continua sendo um merda.
Manda seus amiguinhos me soltar, para nós dois vermos quem é o merda.
Erick com raiva começou a bater
mais e mais no Leandro. Até que em um momento ele o empurrou e Leandro bateu
bem forte com a cabeça na parede, caindo no chão ensanguentado. Erick pegou
celular, relógio, cordão e a carteira de Leandro para que quem o encontra-se
achasse que ele havia sido assaltado.
- Agora fique aí e morra seu
merda! - disse Erick e depois o chutou.
Cont...

Perfeito! Mas essa do Erick... nossa que vontade de mata-lo.... ><
ResponderExcluirEu tenho tenho muita vontade de mata-lo kkkk Quem sabe eu faça isso??
ExcluirAh o leh é um fofo acho ele e a laly perfeitos uns para o outro adorei a parte que a laly disse que é ela que manda o jeito dela me lembrou alguem rs.. o erick nossa que filho de uma égua que vontade de quebrar as pernas dele rs ..ai o vince e a cela aii tudo de bom e boa escolha o presente dela ne um perfume..rs adorei amigo cont assim
ResponderExcluirObrigado!
ExcluirAmei amei amei amei, ahaha, eu sou a irmã do Vince!
ResponderExcluirMais ou menos né rsrs as duas tem somente o mesmo nome :)
ExcluirAdorei o capítulo. Valeu a pena esperar. Esse Erick tem que sofrer e muito para aprender. Ele eh um FDP!! Estou ansiosa pela continuação... :)
ResponderExcluirPs: Posso perguntar uma coisa??
Pode perguntar sim.
ExcluirPq vc deixou de escrever na casa dos contos?
ExcluirPorque a história não tem as características dos contos desse site. Eu só postei os primeiros capítulos lá para servir de publicidade para o blog e a história.
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