Resenha: Cidades de Papel

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais que se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.



Resenha: 


"Cidades de Papel" do escritor John Green, embora seja um bom livro, se torna ruim em algumas partes. O personagens que vai narrar a história, chamado Quentin o "Q" é muito obsessivo quando começa a seguir por Margo. O livro é bom, o final não é trágico como em "A Culpa É Das Estrelas" do mesmo autor, mas é um bom final. Os personagem são bem construídos e cada um deles tem personalidade própria. O livro é narrado pelo ponto de vista de Quentin e ele se torna em vairas partes muito egoísta, mimado e obsessivo. Mesmo com tudo isso é um livro que vale o seu tempo investido. A nota para este livro é 7,5  e espero que você leia esta incrível aventura!     



Pontuação:
★★

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